sexta-feira, 24 de julho de 2015

Psoas "músculo da alma"




A importância do psoas para a nossa saúde física e emocional.
O psoas é o músculo mais profundo e estabilizador no corpo humano , ligado ao equilíbrio estrutural, a amplitude dos movimento, a mobilidade articular e o funcionamento dos órgãos do abdômen.
É o único músculo que liga a coluna vertebral às pernas, é responsável por nos manter em pé e o que permite levantar as pernas para andar. 
O psoas saudável estabiliza a coluna vertebral e proporciona apoio através do tronco, além de formar um bom suporte para os órgãos abdominais.
O psoas é considerado um órgão de percepção, um mensageiro primário, do sistema nervoso central, por isso também é considerado um porta-voz das emoções (“borboletas na barriga”). Isto acontece, porque o psoas está ligado com o diafragma através do tecido conjuntivo ou fáscia, influenciando tanto a respiração, quanto o medo reflexo.
Um estilo de vida acelerado e o estresse geram uma descarga de adrenalina que cronicamente tensiona o psoas, preparando-nos para correr, entrar em ação ou contrair-se, como forma de nos proteger. Se mantivermos o psoas constantemente em tensão devido ao estresse, eventualmente, começarão a encurtar e endurecer. Assim dificultará a nossa postura e as funções dos órgãos que se localizam no abdômen, resultando em dor nas costas, dor ciática, problemas de disco, degeneração do quadril, períodos de menstruações dolorosas ou problemas digestivos.
Além disso, um psoas tenso envia sinais de voltagem para o sistema nervoso, interfere nos movimentos dos fluidos e afeta a respiração do diafragma. Na verdade, o psoas está tão intimamente envolvido nas reações físicas e emocionais básicas que quando está cronicamente estressado, envia constantemente sinais de alerta ao corpo, por isso pode afetar o esgotamento das glândulas supra-renais e do sistema imunológico . Esta situação é agravada pela maneira de sentar-se ou posições dos nossos hábitos diários, reduzindo nossos movimentos naturais e contraindo ainda mais os músculo.
Um psoas liberado permite alongar muito mais a parte posterior dos músculos e permite que as pernas e pélvis movam-se com  mais facilidade e independência.  Melhora  a posição da coluna vertebral e de todo o tronco, com a consequente repercussão na melhoria das funções dos órgãos abdominais, da respiração e do coração.
Quando cultivamos a saúde dos nossos psoas,reacendemos nossas energias vitais que se conectam novamente com o nosso potencial criativo.
Em algumas filosofias orientais o psoas é conhecido como o “músculo da alma”, o principal centro de energia do corpo. Quanto mais flexível e forte é o psoas, mais será o nosso fluxo de energia vital através dos ossos, músculos e articulações.


Fonte: www.yoguifeliz.com
@physiolifestudio

sexta-feira, 17 de julho de 2015

A importância das EXTENSÃO de coluna.






É comum observarmos que abusamos das flexões em nosso dia a dia seja quando dirigimos, no trabalho a maioria das pessoas trabalham sentados em frente a um computador ou até mesmo enquanto assistem tv, em flexão de quadril quando sentados.
Sem contar as flexões de tronco que enfatizamos em nossa rotina de exercícios, incluindo no de Pilates, com uma extensa gama de abdominais e alongamentos onde enrolamos a coluna para frente. 
É importante compensar toda essa flexão executada durante o dia, para isso existem os exercícios de extensão que servem para fortalecer os músculos das costas e alongam os músculos abdominais
Os exercícios de extensão de coluna são tão importantes quanto os de flexão, desde que bem executados. O ideal é que ela aconteça harmonicamente ao longo de toda a coluna e não apenas na lombar ou cervical que são regiões mais móveis. 
Para que isso aconteça uma boa dica é sempre ficar atento ao aluno para que ele não exagere na amplitude do movimento e passe do ponto, para isso sugere-se que o aluno faça o movimento de forma lenta e consciente para evitar a sobrecarga em um ponto específico.O ideal é que a evolução seja de forma gradual e confortável, com o menor esforço possível.
Estender os flexores do quadril, alongar os músculos do abdome, "abrir" os ombros e o peitoral,onde muitos de nós mantemos a tensão do dia, é revigorante.
Portanto é importante que o instrutor prepare um bom repertório com  alguns exercícios de extensão de coluna para que os extensores não fiquem preguiçosos e para que haja harmonia entre toda a musculatura do tronco.
Vamos nos abrir para vida e para o Mundo.

Marília Pedrôso



sexta-feira, 10 de julho de 2015

PILATES COM BOLA X ALTURA


Quem já viu na internet fotos de alguém praticando Pilates com bola??? 
Lindo né?
Então vamos entender um pouquinho mais...

O Pilates com Bola controla picos de ansiedade e depressão ocasionados pelo estresse do dia a dia. Mais do que um exercício físico, é um exercício mental, que tem como objetivo trabalhar a mente associada ao corpo.

Os benefícios do Pilates com bola, tornam a aula ainda mais lúdica e divertida, trazendo resultados rápidos  aparentes, pois tonifica e define músculos, melhora a flexibilidade e harmoniza as formas do corpo.

As camadas musculares mais profundas são trabalhadas de maneira muito eficaz.A bola permite que a coluna e os glúteos fiquem apoiados, sem interferir na execução ideal dos exercícios, pois é muito comum que os músculos mais fortes "roubem" o direcionamento da força.

Os exercícios bem simples e com séries curtas repetições. Esse é o aspecto singular do Pilates: as repetições maçantes não existem. Os movimentos são contínuos (em camadas) e o grau de dificuldade é gradativo. Todos esses exercícios requerem muita precisão e concentração. Por isso, exercitam a capacidade de concentração e relaxamento. 

É importante comprar o tamanho certo da bola e manter a pressão adequada. Quanto mais cheia a bola, maior o desafio de se exercitar nela.

Quanto ao tamanho da bola aí vão as dica com referência na Altura da pessoa:

Inferior a 137cm - bola de 30 cm
Entre 137 - 152cm - bola de 45cm
Entre 155 - 170cm - bola de 55cm
Entre 173 - 188cm - bola de 65cm
Superior a 188cm - bola 75cm
Experimente!!!
Na foto minhas alunas/modelos: Renata Borges, Flávia Couto e Karina Colaço.

Instagram: @physiolifestudio
facebook/physolifestudio



quinta-feira, 2 de julho de 2015

Síndrome do Túnel do Carpo e o Pilates

Síndrome do túnel do carpo... poderia começar escrevendo diretamente sobre a patologia, mas é interessante que o conhecimento se estenda ao público em geral além dos profissionais e estudantes da área de saúde.

Carpo é o conjunto de 8(oito) pequenos ossos (escafóide, semilunar, piramidal, psiforme, trapézio, trapezóide, capitato e hamato) que se localizam na região da mão mais próxima ao antebraço. Eles se articulam com a ulna e o rádio formando a articulação do punho e também com os metacarpos, ossos localizados na palma da mão.


Está presente na região do Carpo um túnel osteofibroso rígido com, em média, 3cm de largura por onde passam muitas estruturas do antebraço para a mão como: o nervo mediano, oito tendões dos flexores superficiais e profundos dos dedos e o tendão do flexor longo do polegar.

Quando há de alguma forma um aumento da pressão dentro desse túnel,seja por movimentos repetitivos, trauma, doenças inflamatórias, alterações hormonais ou tumores na região, ocorre a compressão dessas estruturas e o nervo mediano quando comprimido deflagra a Síndrome do Túnel do Carpo.

É importante saber que na região palmar,se inerva os músculos oponente do polegar, abdutor e flexor curto do polegar, o primeiro e segundo músculos lumbricais e a pele do primeiro, segundo, terceiro e metade lateral do quarto dedo, por isso os sintomas são: dor, choque, formigamento e diminuição da sensibilidade dos dedos poupando apenas o dedo mínimo. Esses sintomas também acometem a palma da mão e pioram bastante a noite e durante a flexão do punho, fazendo destes, dois importantes critérios de diagnóstico.

O tratamento depende do grau e pode variar entre imobilização e recursos antiinflamatórios até cirurgia. Além disso, algumas doenças, como o diabetes, podem gerar sintomas parecidos aos da Síndrome do Túnel do Carpo, por isso é necessária a avaliação de um médico para que o diagnóstico seja feito de forma correta.
No Pilates devemos evitar qualquer exercício com descarga de peso sobre punhos como flexões de braço e pranchas, por exemplo.

O instrutor não precisa necessariamente regredir o exercício, ele pode usar as MODIFICAÇÕES, com a presença da long box, cotovelos e antebraços apoiados no chão e no caso de movimentos que precise usar as alças de mão, substitui-las por alças de punho, para evitar a sobrecarga dos músculos da região.

Manter uma atividade física é importante, pois músculos alongados e flexíveis dão suporte ao corpo e ajudam a evitar forças lesivas além de manter a atenção para necessárias no trabalho e nas atividades da vida diária.

Marília Pedrôso
Área 

quarta-feira, 24 de junho de 2015



O Hundred é um exercício clássico, é muito famoso entre os pilateiros. Ele é o primeiro da série de Mat e Joseph o colocava nesta posição porque seu objetivo era aquecimento vigoroso dos músculos e preparar os pulmões para a série que estava por vir, pois é um exercício muito dinâmico.
O aluno iniciante que fará o Hundred pela primeira vez tem um longo caminho pela frente antes de entrar na posição oficial do Hundred.
O instrutor deve antes de qualquer coisa, preparar o aluno para o exercício a partir do básico. Então pede-se para que o praticante deite de barriga para cima, leve os joelhos ao peito e os abrace por alguns segundos. Depois ele apóia os pés no chão alinhados com a bacia. Então, sem que levante o tronco do solo ensinamos a respiração (que deve ser longa com a expiração indo até o final, como Pilates dizia: “até que a última molécula de ar saia dos pulmões”) e o movimentos dos braços estendidos, mãos e dedos firmes, que devem ser como bombeamentos vigorosos para cima e para baixo próximos ao solo. Nesta etapa é preciso ensinar o acionamento do Power House,sim é importante que mesmo antes dos movimentos comecemos acionando o core, em seguida posicionamos os ombros e escápulas.
Treinado isso, o aluno praticante passa para a segunda fase que é realizar o abdominal. Ainda com os pés no chão e com os membros superiores ao longo do corpo, o aluno cresce os braços para longe encaixando os ombros, enrola a coluna torácica para cima até a borda inferior das escápulas e olha para os joelhos levando o queixo para a garganta. Aí se iniciam os pulsos dos braços coordenados com a respiração: cinco batidas para inspirar e mais cinco para expirar até que 10 ciclos respiratórios se completem.ESSA DICA AJUDA MUITO NA COORDENAÇÃO DA RESPIRAÇÃO.
Com o movimento já fluindo com naturalidade, pode o instrutor orientar as variações mais desafiadoras.
Evoluções:
1) Pernas em posição da mesa (tabletop) com os joelhos e coxo-femurais a 90 graus e os pés fora do chão na base Pilates (calcanhares juntos, pontas dos pés separadas e quadris em leve rotação externa).
2) Pernas esticadas para o teto com base Pilates. Nesta posição o instrutor deve estar atento à posição da bacia. Muitas vezes o aluno que não tem os ísquiotibiais devidamente alongados pode cometer o erro de tentar esticar a perna mais do que consegue levando o bumbum a sair do chão. Devemos corrigir pedindo para que ele só estique os joelhos até o ponto que a pélvis fique devidamente posicionada.
3) Pernas esticadas formando um ângulo de 45 graus com o chão. Nesta posição a atenção se concentra na lombar, evitando compensação em extensão ao posicionar as pernas, ou seja, não deve haver abalo nenhum nesta região.
4) Por último, as pernas descem até a linha do olhar.
Em todas as variações o instrutor deve ficar atento ao esforço e compensações na cervical. Caso isso ocorra, orientamos a descida do tronco e a manutenção do movimentos dos braços.  A partir da 3º evolução, além de instruirmos a descida do tronco pedimos também que as pernas subam e apontem para o teto, pois mantê-las com inclinação provocaria sobrecarga na lombar. 
Marília Pedrôso
fonte:espaço fluir
instagram @physiolifestudio
Facebook.com/physiolife-studio

segunda-feira, 22 de junho de 2015

🔸CLORETO DE MAGNÉSIO P.A.👏
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👉O magnésio é um dos minerais essenciais para a regeneração celular, e é utilizado em mais de 350 reações enzimáticas no organismo, mais do que qualquer outro mineral. Ao lado de oxigênio e iodo, o magnésio é o terceiro elemento mais importante para sustentar a vida, assim como para reverter as doenças e o envelhecimento.
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👉O cloreto de magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos em
suas funções (catalisadoras), como os rins, para eliminar o ácido
úrico nas artroses; descalcifica até as finas membranas nas
articulações e as escleroses calcificadas, evitando enfartes;
purificando o sangue, vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a
juventude até alta idade.
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👉Após os 40 anos, o organismo absorve sempre menos cloreto de
magnésio, produzindo velhice e doenças.
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👉90% da população tem deficiência do Cloreto de Magnésio.
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👉Sua ingestão combate:
Ansiedade, pânico depressão, insônia, nervosismo, hiperatividade, desordem de atenção, doenças cardíacas, tromboses, hipertensão arterial, doenças hepáticas, doença renal, cálculos, cistites de repetição, diabetes hipo glicemia, fadiga crônica, doenças intestinais, obstipação, asma, tensão pré-menstrual, infertilidade, cólica menstrual, verrugas.
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🔸UMA GRANDE FONTE DE CURA !! 👊👊
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🔸FONTE DA JUVENTUDE!!! 

Particularmente eu faço a dosagem de 2 colherinhas de chá de cloreto de magnésio para 1L de água em um vidro escuro que coloco na geladeira, tomo a quantidade de 1 copinho de café por dia.

Marília pedrôso

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Método Pilates para Labirintite


O MÉTODO PILATES é benéfico para o tratamento da labirintite, pois o fortalecimento dos tornozelos e quadris, paralelo ao trabalho de equilíbrio e proprioceptivos podem ajudá-lo a manter-se equilibrado até que sua inflamação do ouvido interno recue.

O componente de conexão mente-corpo com a prática do pilates aumenta o seu bem-estar, especialmente importante se você está lidando com depressão e estresse, bem como os efeitos físicos da doença.Os exercícios de equilíbrio que exigem que você caminhe em linha reta, em uma perna o seu sistema vestibular compensar suas deficiências.

Outros fatores importantes para o equilíbrio. O interior do ouvido não é a única fonte de informações para ajudá-lo equilíbrio. Você também recebe informações:

• Dos olhos - você pode ver o caminho fazer o movimento e escolher em que direção ir.
• As solas de seus pés (se você estiver em pé) ou as pernas (se você estiver sentado). Você pode sentir onde você está.
• Todas as suas articulações e músculos - inclusive as articulações do pescoço, costas, pernas, pés, braços e mãos - têm órgãos dos sentidos neles que enviam sinais dos nervos e da coluna, dizendo ao cérebro que posição está dentro. Você não precisa olhar para ver se seus braços estão estendidos ou ao seu lado - eles dizem onde estão. Esta posição de senso é conhecida como propriocepção. Propriocepção é reduzida em várias condições médicas, incluindo artrite e diabetes.

Se há uma abundância de informações provenientes dos olhos, pele e articulações, você realmente não precisa confiar em informações do ouvido interno para ajudar você a equilibrar.
Se a informação proveniente de outras fontes é reduzida, perdido ou confuso - por exemplo, no escuro, em terreno macio ou irregular - o cérebro precisa confiar mais nas informações provenientes do ouvido interno.
É por isso que o seu saldo será pior no escuro, em terreno macio ou irregular, se você tiver um problema com o ouvido interno.
Então é ai que entra os benefícios do pilates no tratamento da labirintite com:

Exercícios proprioceptivos;
Exercícios de equilíbrio;
Exercícios de coordenação motora;
Exercícios de força e flexibilidade;
Exercícios de relaxamento

Durante a crise vá para um lugar ventilado e não se deite. Fique sentada, de olhos abertos, olhando para um ponto fixo na parede. Assim que a tontura melhorar, procure um médico. E lembre-se: labirintite não causa desmaios.

A doença é de difícil controle, ainda assim é possível viver sem tontura. Com o tratamento adequado o médico especialista (otorrinolaringologista) tem condições de melhorar muito seus sintomas, obtendo a cura clínica da doença.