quarta-feira, 24 de junho de 2015



O Hundred é um exercício clássico, é muito famoso entre os pilateiros. Ele é o primeiro da série de Mat e Joseph o colocava nesta posição porque seu objetivo era aquecimento vigoroso dos músculos e preparar os pulmões para a série que estava por vir, pois é um exercício muito dinâmico.
O aluno iniciante que fará o Hundred pela primeira vez tem um longo caminho pela frente antes de entrar na posição oficial do Hundred.
O instrutor deve antes de qualquer coisa, preparar o aluno para o exercício a partir do básico. Então pede-se para que o praticante deite de barriga para cima, leve os joelhos ao peito e os abrace por alguns segundos. Depois ele apóia os pés no chão alinhados com a bacia. Então, sem que levante o tronco do solo ensinamos a respiração (que deve ser longa com a expiração indo até o final, como Pilates dizia: “até que a última molécula de ar saia dos pulmões”) e o movimentos dos braços estendidos, mãos e dedos firmes, que devem ser como bombeamentos vigorosos para cima e para baixo próximos ao solo. Nesta etapa é preciso ensinar o acionamento do Power House,sim é importante que mesmo antes dos movimentos comecemos acionando o core, em seguida posicionamos os ombros e escápulas.
Treinado isso, o aluno praticante passa para a segunda fase que é realizar o abdominal. Ainda com os pés no chão e com os membros superiores ao longo do corpo, o aluno cresce os braços para longe encaixando os ombros, enrola a coluna torácica para cima até a borda inferior das escápulas e olha para os joelhos levando o queixo para a garganta. Aí se iniciam os pulsos dos braços coordenados com a respiração: cinco batidas para inspirar e mais cinco para expirar até que 10 ciclos respiratórios se completem.ESSA DICA AJUDA MUITO NA COORDENAÇÃO DA RESPIRAÇÃO.
Com o movimento já fluindo com naturalidade, pode o instrutor orientar as variações mais desafiadoras.
Evoluções:
1) Pernas em posição da mesa (tabletop) com os joelhos e coxo-femurais a 90 graus e os pés fora do chão na base Pilates (calcanhares juntos, pontas dos pés separadas e quadris em leve rotação externa).
2) Pernas esticadas para o teto com base Pilates. Nesta posição o instrutor deve estar atento à posição da bacia. Muitas vezes o aluno que não tem os ísquiotibiais devidamente alongados pode cometer o erro de tentar esticar a perna mais do que consegue levando o bumbum a sair do chão. Devemos corrigir pedindo para que ele só estique os joelhos até o ponto que a pélvis fique devidamente posicionada.
3) Pernas esticadas formando um ângulo de 45 graus com o chão. Nesta posição a atenção se concentra na lombar, evitando compensação em extensão ao posicionar as pernas, ou seja, não deve haver abalo nenhum nesta região.
4) Por último, as pernas descem até a linha do olhar.
Em todas as variações o instrutor deve ficar atento ao esforço e compensações na cervical. Caso isso ocorra, orientamos a descida do tronco e a manutenção do movimentos dos braços.  A partir da 3º evolução, além de instruirmos a descida do tronco pedimos também que as pernas subam e apontem para o teto, pois mantê-las com inclinação provocaria sobrecarga na lombar. 
Marília Pedrôso
fonte:espaço fluir
instagram @physiolifestudio
Facebook.com/physiolife-studio

segunda-feira, 22 de junho de 2015

🔸CLORETO DE MAGNÉSIO P.A.👏
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👉O magnésio é um dos minerais essenciais para a regeneração celular, e é utilizado em mais de 350 reações enzimáticas no organismo, mais do que qualquer outro mineral. Ao lado de oxigênio e iodo, o magnésio é o terceiro elemento mais importante para sustentar a vida, assim como para reverter as doenças e o envelhecimento.
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👉O cloreto de magnésio produz o equilíbrio mineral, anima os órgãos em
suas funções (catalisadoras), como os rins, para eliminar o ácido
úrico nas artroses; descalcifica até as finas membranas nas
articulações e as escleroses calcificadas, evitando enfartes;
purificando o sangue, vitaliza o cérebro, desenvolve ou conserva a
juventude até alta idade.
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👉Após os 40 anos, o organismo absorve sempre menos cloreto de
magnésio, produzindo velhice e doenças.
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👉90% da população tem deficiência do Cloreto de Magnésio.
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👉Sua ingestão combate:
Ansiedade, pânico depressão, insônia, nervosismo, hiperatividade, desordem de atenção, doenças cardíacas, tromboses, hipertensão arterial, doenças hepáticas, doença renal, cálculos, cistites de repetição, diabetes hipo glicemia, fadiga crônica, doenças intestinais, obstipação, asma, tensão pré-menstrual, infertilidade, cólica menstrual, verrugas.
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🔸UMA GRANDE FONTE DE CURA !! 👊👊
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🔸FONTE DA JUVENTUDE!!! 

Particularmente eu faço a dosagem de 2 colherinhas de chá de cloreto de magnésio para 1L de água em um vidro escuro que coloco na geladeira, tomo a quantidade de 1 copinho de café por dia.

Marília pedrôso

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Método Pilates para Labirintite


O MÉTODO PILATES é benéfico para o tratamento da labirintite, pois o fortalecimento dos tornozelos e quadris, paralelo ao trabalho de equilíbrio e proprioceptivos podem ajudá-lo a manter-se equilibrado até que sua inflamação do ouvido interno recue.

O componente de conexão mente-corpo com a prática do pilates aumenta o seu bem-estar, especialmente importante se você está lidando com depressão e estresse, bem como os efeitos físicos da doença.Os exercícios de equilíbrio que exigem que você caminhe em linha reta, em uma perna o seu sistema vestibular compensar suas deficiências.

Outros fatores importantes para o equilíbrio. O interior do ouvido não é a única fonte de informações para ajudá-lo equilíbrio. Você também recebe informações:

• Dos olhos - você pode ver o caminho fazer o movimento e escolher em que direção ir.
• As solas de seus pés (se você estiver em pé) ou as pernas (se você estiver sentado). Você pode sentir onde você está.
• Todas as suas articulações e músculos - inclusive as articulações do pescoço, costas, pernas, pés, braços e mãos - têm órgãos dos sentidos neles que enviam sinais dos nervos e da coluna, dizendo ao cérebro que posição está dentro. Você não precisa olhar para ver se seus braços estão estendidos ou ao seu lado - eles dizem onde estão. Esta posição de senso é conhecida como propriocepção. Propriocepção é reduzida em várias condições médicas, incluindo artrite e diabetes.

Se há uma abundância de informações provenientes dos olhos, pele e articulações, você realmente não precisa confiar em informações do ouvido interno para ajudar você a equilibrar.
Se a informação proveniente de outras fontes é reduzida, perdido ou confuso - por exemplo, no escuro, em terreno macio ou irregular - o cérebro precisa confiar mais nas informações provenientes do ouvido interno.
É por isso que o seu saldo será pior no escuro, em terreno macio ou irregular, se você tiver um problema com o ouvido interno.
Então é ai que entra os benefícios do pilates no tratamento da labirintite com:

Exercícios proprioceptivos;
Exercícios de equilíbrio;
Exercícios de coordenação motora;
Exercícios de força e flexibilidade;
Exercícios de relaxamento

Durante a crise vá para um lugar ventilado e não se deite. Fique sentada, de olhos abertos, olhando para um ponto fixo na parede. Assim que a tontura melhorar, procure um médico. E lembre-se: labirintite não causa desmaios.

A doença é de difícil controle, ainda assim é possível viver sem tontura. Com o tratamento adequado o médico especialista (otorrinolaringologista) tem condições de melhorar muito seus sintomas, obtendo a cura clínica da doença.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

A artrose e o benefício dos exercícios do Pilates


A artrose é um processo degenerativo de desgaste da cartilagem das articulações. Atinge, sobretudo, as que sofrem mais sobrecarga de peso, desgastes ou fazem movimentos em excesso, como joelhos, pés, quadril, mãos e dedos. Esta degeneração pode provocar dores, decréscimo da mobilidade articular e até mesmo deformações nas articulações. Fatores hereditários e mecânicos podem estar envolvidos no seu aparecimento. Ocorre tanto em homens quanto em mulheres, sendo a mais comum das doenças articulares. Mais de 70% das pessoas acima de 70 anos tem evidência radiográfica desta doença, mas apenas parte destas desenvolve sintomas.

Além da dor, a artrose também pode causar ruídos, inchaços e rigidez articular, deformidade (nas mãos - nódulos de Heberden) e comprometimento das funções da articulação. Em alguns casos, a cartilagem pode se calcificar favorecendo a formação de condensações e deformações ósseas, como os osteófitos (bicos-de-papagaio) que ocorrem na coluna vertebral.

O tipo de tratamento depende da gravidade, do acometimento e das particularidades da pessoa. Os cuidados apropriados podem causar diferenças significativas na qualidade de vida do paciente, podendo evitar que a artrose cause maiores danos. Desta forma, o Pilates vem apresentando resultados excelentes à melhora da qualidade de vida dessas pessoas. A prática do Método ajuda a amenizar as dores, porque fortalece a musculatura das regiões do abdômen, coxas e dos glúteos, desenvolve a flexibilidade e o controle motor. Os exercícios focam a amplitude articular, alongamentos e reforço muscular, fundamentais para a prevenção dos sintomas dolorosos.

O indivíduo que sofre de artrose deve realizar apenas exercícios suaves e com cargas leves, mantendo o máximo de concentração e controle do movimento durante sua execução, respeitando sempre as limitações de movimentos característicos da patologia e que evitem o agravamento de seus sintomas. Por meio do Método Pilates é possível melhorar o padrão postural e a consciência corporal pelo constante estímulo da estrutura músculo-esquelética, na forma geral e específica, desencadeando a lubrificação e o fortalecimento das articulações.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Pilates beneficiando pacientes com mal de Parkinson

Doença neurológica caracterizada, principalmente, pela lentidão de movimentos, rigidez muscular global e tremores focais ou generalizados, o mal de Parkinson causa dificuldades com a fala, movimentos das mãos e desequilíbrios posturais e de coordenação. A redução de vários desses sintomas pode ser conquistada com a prática de exercícios do Pilates.

A disfunção dos padrões dos movimentos, como os tremores, anormalidades posturais, diminuição da amplitude do movimento, do equilíbrio e fraqueza muscular podem ser diminuídos se os exercícios forem trabalhados de forma correta e segura, melhorando consideravelmente a qualidade de vida dos pacientes. Os sinais podem ser retardados, senão controlados, quando o paciente faz a ativação correta da musculatura de seu corpo na execução das ações.

O Pilates colabora também com o tratamento de reeducação neuromuscular. Os aparelhos permitem simular as atividades funcionais cotidianas dos pacientes, como agachar e sentar, de forma confortável. Exercícios lentos, no solo ou utilizando aparelhos e acessórios, contribuem para a manutenção do equilíbrio, da consciência e movimentação corporal. A melhora da marcha e do equilíbrio vêm junto com o ganho de força muscular, com o alongamento da musculatura rígida, trazendo, assim, melhor coordenação motora nos exercícios, realizados sempre bilateralmente.

O grande benefício do Método Pilates é a melhoria da qualidade de vida do paciente com Parkinson. A estimulação à prática deve ser feita com todo o cuidado, observando as especificidades de cada pessoa, e acontecer o quanto antes. Tudo isso traz bem-estar ao paciente, que se vê mais útil e capaz.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Pilates na infância e na adolescência

A nossa postura se forma a partir da adaptação de partes do nosso corpo, principalmente os músculos esqueléticos, em resposta a estímulos recebidos. Essa formação e muitas alterações posturais, em especial na região da coluna vertebral, são originadas no período de crescimento e desenvolvimento corporais, ou seja, na infância e na adolescência. Durante essas fases, passamos por diversos estímulos, acomodações posturais e até por situações de riscos para a coluna. Isso em função das diversas atividades, posturas erradas na hora de sentar e muito tempo nessas posições e até no uso das mochilas pesadas, por exemplo.

O estirão do crescimento e a maior vulnerabilidade à má postura, também colaboram para os desvios posturais nessas fases. São problemas físicos que podem acometer as crianças e os adolescentes e que, muitas vezes, têm o aparecimento das repercussões na idade adulta. O Pilates, então, funciona como um ótimo trabalho preventivo, estruturando a postura, estabilizando as curvas fisiológicas da coluna, evitando escolioses e cifoses, tão comuns na infância e adolescência, e melhorando o alongamento geral. Além disso, na medida em que fortalece a musculatura e aumenta a consciência corporal, o adolescente fica mais preparado para enfrentar os desafios característicos dessa etapa da vida com mais equilíbrio e menos dores.

Vamos relacionar alguns dos principais fatores que levam a problemas na coluna e que muitas vezes já são desenvolvidos na infância e na adolescência:

- Sedentarismo;
- Má alimentação;
- Obesidade ;
- Falta de segurança ao brincar na rua;
- Falta de tempo e alto custo para a realização de atividades físicas extra-curriculares;
- Desequilíbrios das cadeias musculares;
- Subdesenvolvimento das capacidades físicas;
- Má educação postural;
- Facilidade e comodidade ao deixar a criança assistir TV, navegar na internet ou jogar vídeo games por horas seguidas;
- Baixa auto-estima e ausência dos pais;
- Mesas de estudo ergonomicamente impróprias;
- Peso impróprio das mochilas escolares .

Todos esses fatores podem ser minimizados com a prática do Pilates, que promove sensações de confiança e autoestima, além de estimular a uma maior consciência corporal e controle sobre os movimentos, potencializando o desenvolvimento de uma boa postura e equilíbrio físico. Os exercícios do método poderão corrigir ou amenizar consideravelmente os problemas posturais através do reequilíbrio das cadeias musculares, realinhamento corporal e consciência corporal.


E por ser uma técnica com grande variedade de exercícios, permite que uma aula seja diferente da outra, diferenciando esta técnica de outras que se tornam monótonas e repetitivas. Todas as atividades são feitas de forma suave e com baixo número de repetições, monitoradas por fisioterapeutas que realizam as correções posturais na medida em que o aluno realiza os exercícios alternando solo, bola, acessórios e os aparelhos que são próprios do método Pilates.


Em função de todos esses benefícios, prevenção e melhoria das posturas, muitos pais e educadores, já indicam e estimulam a prática do Pilates por crianças e adolescentes.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

A escoliose e os benefícios do Pilates

Escoliose é a denominação dada a um desvio da coluna vertebral, caracterizado pela inclinação, rotação e extensão das vértebras. Pode se manifestar ainda na infância, na adolescência, ou começar mesmo na idade adulta. As causas são variadas e evoluem em diversos graus. O método Pilates pode oferecer grandes benefícios para os portadores da escoliose, desde que a real causa e o grau dos desvios posturais sejam respeitados, para se ter certeza na indicação ou não dos exercícios do método.

O portador de escoliose pode até não se queixar de sintomas e apenas perceber alteração na sua postura, mas é muito comum mencionar dores localizadas ou acompanhadas de outros sintomas associados, como dormências, queimação, marcha alterada, que podem até evoluir para sintomas mais intensos e mais difíceis de serem tratados. As causas são variadas e classificam a escoliose em dois grupos:

Estrutural: causada por doenças que atingem a coluna ou suas estruturas resultando em deformidades fixas.

Não estrutural: causada por problemas posturais, de raiz nervosa (ciático), discrepância no comprimento dos membros inferiores, contraturas musculares e cicatrizes.

O Pilates tem a capacidade de oferecer fortalecimento, alongamento e equilíbrio corporal, proporcionando melhor alinhamento vertebral, reduzindo as tensões musculares e as compressões discais, devido à flexibilidade que vai sendo adquirida pelo corpo, proporcionando alívio aos pacientes com escoliose e ainda prevenindo o agravamento da doença.

O cuidado está na hora da prática. O Pilates como método de reabilitação para escoliose baseia-se no grau da lesão, na intensidade dos sintomas, nos fatores adicionais a esta lesão e na capacidade de execução dos exercícios pelo paciente. Não deve haver sobrecarga ou dor, nem durante, nem após a execução.